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sábado, 1 de maio de 2010

Cavador do Infinito

Com a lâmpada do Sonho desce aflito
E sobe aos mundos mais imponderáveis,
Vai abafando as queixas implacáveis,
Da alma o profundo e soluçado grito.

Ânsias, Desejos, tudo a fogo, escrito
Sente, em redor, nos astros inefáveis.
Cava nas fundas eras insondáveis
O cavador do trágico Infinito.

E quanto mais pelo Infinito cava
mais o Infinito se transforma em lava
E o cavador se perde nas distâncias...

Alto levanta a lâmpada do Sonho.
E como seu vulto pálido e tristonho
Cava os abismos das eternas ânsias!
Cruz e Souza.



Para sempre
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.

Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

Carlos Drumont

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Sugestões metodologica com uso de mídia

Encontro de Artes
Comparativo entre o auto da barca do inferno e o filme o auto da compadecida.
Mídia: Cinema, TV, Vídeo, Computador, obra escrita.

Objetivo:
• Perceber a intertextualidade entre a literatura e o cinema.
• Analisar as duas obras estabelecendo a relação com a atualidade.

Realizado em grupo.

A oposição bem x mal, tipicamente da visão maniqueísta cristã, que conseqüentemente divide o mundo em céu e inferno, é característica que consta nas duas peças. O julgamento é moral, portanto condenam-se os vícios e as vaidades e glorifica-se a modéstia e a humildade.

Saiba Mais.....
Nas duas obras há uma severa crítica aos maus costumes dos representantes da Igreja.
No Auto da Compadecida a visão religiosa é mais flexível, pois, com a ajuda da Advogada da Humanidade, nenhum dos personagens recebe a condenação de ir para o inferno, o bem prevalece sob o mal.
No Auto da Barca do Inferno, em que o Diabo é protagonista, todos são condenados a ir para o inferno.
Resultados:Envolvimento de todos os participantes.
Evidência da concretização dos objetivos (Na produção escrita e avaliações)

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Gestão do tempo

A gestão do tempo é fator determinante para a projeção pessoal e profissional, porém é um deles, não o único. A gestão eficaz do tempo vem sempre acompanhada do princípio da eficiencia, não basta programar o tempo é preciso aproveitá-lo, fazer realmente o que se programou. Por isso, só é possível a gestão do tempo quando se tem certeza daquilo que se quer fazer e quando se quer fazer – estabelecer metas, mesmo para as tarefas mais simples. Isso é válido para a vida profissional e pessoal. Na vida do profissional da educação isso é imprescidível, pois o tempo é o recurso fundamental da nossa vida, a matéria prima básica de nossa atividade.
Na minha vida profissional e pessoal eu sempre estabeleço uma programação para melhor aproveitar o meu tempo, defino prioridades e estabeleço metas com datas. Geralmente, me programo para os períodos que não tenho compromisso profissional e para os sábados. Com relação ao curso utilizo a sequinte estratégia: Salvo e analiso o material de estudo e o mapa de atividades. A partir disso, programo as datas de leitura e elaboração de cada uma, e vou realizando conforme os prazos estabelecidos.

Deixo essas dicas, espero que sejam úteis:

• Estabeleça prazo com metas, priorizando o que é mais urgente.
• Coloque importância nisso que está fazendo e pense nos resultados a curto, médio ou longo prazo. Isso lhe incentivará.
• Divida em tarefas menores. Tarefas muito grandes têm uma maior tendência a serem proteladas ou ficarem sem conclusão. Divida essa tarefa em tarefas curtas, específicas.
• Transforme a tarefa em um compromisso, com horário para começar e terminar. Escolha um horário que você seja produtivo e que realmente esteja disponível. Para não atropelar outras atividades e não ter fazer escolhas entre duas prioridades.
• Nunca deixe suas atividades para o último momento, trabalhe sempre com uma margem de tempo, caso algo der errado você terá tempo para se organizar.

O aprofessor e a tecnologia

A era tecnológiaca requer do professor uma nova postura diante do ato de aprender e ensinar, é preciso des-construir alguns saberes e contruir novas práticas. Isso impõe ao educador a contrução de novas competências.

O educador precisa ter a competência de ser um aprendiz, um pesquisador, essa á a principal competência esperada no século XXI- aprender a aprender. Assim é urgente a necessidade de se compreender as linguagens midiáticas, o que só poderá ocorrer com a formação continuada, através de redes colaborativas e virtuais nas quais haja trocas de informações e saberes entre os pares. Utilizar a curiosidade de aprender a aprender é fundamental para que a reflexão e a mudança sobre a prática ocorram. A interação e a integração da tecnologia com a prática pedagógica dependem disso. Como ressalta Prado “Tecnologias e conhecimentos se integram para produzir novos conhecimentos que permitam compreender as problemáticas atuais e desenvolver projetos, em busca de alternativas para a transformação do cotidiano e a construção da cidadania” (pg.4) `

É necessário aprender a aprender também no que tange o trabalho pedagógico, pois é preciso uma mudança na concepção pedagógica do educador, é preciso modoficar a visão tradicional de educação, e adotar a visão sociointeracionista de ensino aprendizagem, teoria que fundamenta o trabalho com projetos.

Segundo o construtivismo de Piaget, o processo ensino aprendizagem acontece quando há a construção do conhecimento pelo o próprio sujeito, devendo haver para tanto, o estímulo, objetivos e condições políticas e pedagógicas. Portanto, o conhecimento é construído por meio da interação sujeito-objeto. A teoria de Vygostsky estabelece a ligação entre o processo de desenvolvimento de aprendizagem e a relação com o ambiente sociocultural e com os objetos contruídos pela sociedade. Assim o sujeito não se desenvolve plenamente sem a interferência do outro. Essa visão pedagógica exige a modificação da forma de organização didática e metodológica, requerendo a pedagogia de projetos, uma vez que esta é mais flexível e oportuniza ao aluno ser sujeito ativo no seu processo de aprendizagem.

Outra competência a ser adquirida pelo professor é a competência da gestão dos recursos mediáticos como: cinema, vídeos, rádio, televisão, computador, celulares, internet, data show, é preciso aprender a integrá-los à sua prática pedagógica com uma intecnionalidade definida e como recursos de otimização e exploração dos conteúdos propostos. Como defende prado “Criar espaços para a identificação e o diálogo entre essas formas de linguagem e permitir que os alunos se expressem de diferentes maneiras são ações que favorecem o desenvolvimento da consciência crítica (...)” (pg o5).

Para isso, é importante que os alunos sejam sujeitos ativos no uso dessas tecnologias e o professor seja capaz de elaborar boas estratégias de aprendizagem que envolva o uso das tecnologias de informação e comunicação. Pois através da integração é possível que o educando passe a ser autor e não mero receptor do processo de ensino aprendizagem. E o educador passe a ser instigador da reflexão e mediador no processo de construção do conhecimento.

Bibliografia:

Prado, Maria elisabette brisola brito, Prática pedagógica e formação de ofessores com projetos: articulação entre conhecimentos, tecnologias e mídias. PUC, 2009.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Ser ou não ser
Ser ou não ser
Dever ou não dever
Fazer ou não fazer
Permanecer ou não permanecer
Eis o dúvida humana...

Neuquina

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Mudanças Ortográficas

Língua Portuguesa
Mudanças Ortográficas




O Novo Acordo ortográfico ocorreu entre Portugal, Brasil, Angola,Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Cabo Verde. Esse Acordo é apenas ortográfico, isto é, refere-se apenas à escrita, não afetando nenhum aspecto da oralidade.




- MUDANÇAS NO ALFABETO

O alfabeto passa a ter 26 letras. Foram introduzidas as letras K, W, Y. O alfabeto completo passa a ser: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z



- MUDANÇAS NAS REGRAS DE ACENTUAÇÃO



1. Trema (ü)

Caem todos.

Exemplos: tranquilo, sequência, sequestro, quinquênio, eloquente, equestre, cinquenta, linguiça, ensanguentado, arguir, delinquente, frequente, bilíngue, etc.

EXCEÇÃO: palavras estrangeiras que já possuíam o trema e em suas derivadas.

Exemplos: Müller, mülleriano.

2. Cai o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas.

Exemplos: plateia, ideia, assembleia, jiboia, (eu) estreio, (ele) estreia, joia, celuloide, paranoico, heroico, alcateia, etc.

3. Cai o acento do Í e Ú tônicos das palavras paroxítonas, se vierem depois de DITONGO.
DICA: veja logo se a palavra é paroxítona; se for, veja se o I/U tônico vem depois de um desses ditongos relacionados abaixo. Se vier: tire o acento.

Exemplos: feiura, baiuca, gaiuta, guaiba, etc.

FIQUE POR DENTRO. Conhecendo os ditongos:

DITONGOS DECRESCENTES

ÃE - mãe
AI – sair
ÃI – câimbra
ÃO – anão
AU – grau
ÉI – anéis
EI – feixe
ẼI – entrem
ÉU – fogaréu
EU – teu
IU – aboliu
ÕE – põe, pulmões
ÓI – destrói
OI – coice, foice
OU – pouco, touro
UI – ruiva
ỮI – muita

DITONGOS CRESCENTES

EA – área
EO – páreo
IA – sorria
IE – espécie
IO – curiosa
OA – perdoa
UA – água
UÃ – quando
EU – tênue
UẼ - agüenta
UI – tranqüilo
UO – ingênuo


4. Cai o acento das palavras terminadas em eem, oo, oos.

Exemplo: veem, leem, deem, creem, abençoo, voo, voos, enjoo, etc.

5. Cai o acento agudo no Ú tônico das formas:

(tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo do verbo arguir.

O mesmo vale para o verbo redarguir (tu redarguis, ele redargui, eles redarguem).

6. Cai o acento que diferenciava os pares de palavras:

pára - para
pólo(s) - polo(s)
péla(s) - pela(s)
pêra - pera
pêlo(s) - pelo(s)

Agora, escreva assim, sempre: para, polo(s), pela(s), pera, pelo(s)

- Permanece o acento diferencial em pôde / pode

- Permanece o acento diferencial em pôr / por.

- Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como de seus derivados (manter, deter, reter, conter, convir, intervir, advir, etc.).

Exemplos: ele tem - eles têm / ele vem - eles vêm / ele mantém - eles mantêm / ele convém - eles convêm / ele detém - eles detêm / ele intervém - eles intervêm.

- Permanecem os acentos das palavras oxítonas (que têm acento tônico na última sílaba), terminadas em éis, éu, éus, ói, óis, e das palavras monossílabas tônicas que contêm esses ditongos abertos.

Exemplos: fogareu, papéis, chapéu, chapéus, herói, heróis, céu, céus.

- Facultativo - É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma / fôrma. Em alguns casos, o uso do acento deixa a frase mais clara. Veja:

Pegue a forma do bolo. / Pegue a fôrma do bolo.

- HÍFEN – como fica:

1. Prefixos terminados em vogal, diante de H, USE hífen:

anti-higiênico; super-homem; sobre-humano

EXCEÇÃO: subumano

2. Prefixos terminados em vogal, diante de vogal igual, USE hífen:

contra-ataque; micro-ondas;

Atenção:

Prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o:

coobrigar; coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.

3. Prefixos terminados em vogal diante de vogal diferente, NÃO USE hífen.

aeroespacial; agroindustrial; anteontem; antiaéreo; antieducativo;

autoaprendizagem; autoescola; autoestrada; autoinstrução; coautor; coedição; extraescolar; infraestrutura; plurianual; semiaberto; semianalfabeto; semiesférico; semiopaco

4. Prefixos terminados em vogal diante de consoante (MENOS R/S), NÃO USE hífen:

anteprojeto; antipedagógico; autopeça; autoproteção; coprodução; geopolítica; microcomputador; pseudoprofessor; semicírculo; semideus; seminovo; ultramoderno; antipoluição.

EXCEÇÃO:

Prefixos terminados em vogal, diante de R/S, dobre essas letras:

antirracismo; antissocial; semirreta; ultrassom; minissaia, etc.

5. Prefixos terminados em consoante, diante de consoante igual, USE hífen:

inter-regional, sub-bibliotecário etc.

6. Prefixos terminados em consoante, diante de consoante diferente, NÃO USE hífen:

intermunicipal, supersônico etc.

7. Prefixos SUB, diante de R, USE hífen:

sub-região; sub-raça, etc.

8. Prefixos CIRCUM e PAN, diante de M, N, VOGAL, USE hífen sempre :

circum-navegação; circum-meridiano, pan-americano, etc.



9. Prefixo VICE, USE hífen sempre:

vice-rei, vice-almirante etc.

10. Prefixos EX, SEM, ALÉM, AQUÉM, RECÉM, PÓS, PRÉ, PRÓ, USE hífen sempre:

ex-aluno, sem-terra, além-mar, aquém-mar, recém-casado, pós-graduação, pré-vestibular, pró-europeu etc.

11. Sufixos de origem TUPI-GUARANI, como açu, guaçu e mirim, USE hífen sempre:

capim-açu, amoré-guaçu, anajá-mirim, etc.

12. Deve-se usar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares. Exemplos: ponte

Rio-Niterói, eixo Rio-São Paulo.

13. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição.

Exemplos: girassol; madressilva; mandachuva; paraquedas; paraquedista; pontapé.

É bom saber:

Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte.

Exemplos:

Na cidade, conta-

-se que ele foi viajar.

O diretor recebeu os ex-

-alunos.

Fontes: blog Porto das letras- laboratório de linguagem.m Prefeitura do Recife.













poesia do eu sem fim.

Serei infinitamente infinita

de mim nascerá belas flores vermelhas, vermelhas sim


Pois esta é a cor de todos os sentimentos,


Paixão, Amor, Tristeza, Ódio...


E eu sou toda sentimentos...


Não importa quais, só sei que sou...

Neuquina Azevedo
Marabá, PA.