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domingo, 10 de abril de 2011

Estratégias de trabaho com uso das mídias

PUC- Pontifícia Universidade Católica- RJ
Curso: Tecnologia Em Educação
Disciplina: Gestão e Integração das Tecnologias e Mídias na Educação
Professoras Conteudistas: Bette Prado, Graça Moreira e Beth Almeida
Mediadora: Cíntia B. Soares
Turma: PA05GTM
Atividade: Papel do Multiplicador como Gestor
Grupo: Teia de Construção
Integrantes:
Carlota Mendes do Amarante Sousa
Elizania Sousa de Assunção
Neusa Gonçalves Correa
Neuquina Silva Azevedo
Vaildes Sertorio da Costa

Todo trabalho pedagógico deve partir da realidade da comunidade, segundo Piaget uma boa situação didática é aquela que considera a realidade do aluno, isso se aplica a qualquer contexto educativo. Portanto para elaboração de estratégias de aprendizagens eficazes é importante se partir da realidade para poder modificá-la. Isso também se aplica no campo da tecnologia, como enfatiza a autora.
“Nesta ótica, tecnologias e conhecimentos se integram para produzir novos conhecimentos que permitam compreender as problemáticas atuais, desenvolver projetos em busca de alternativas para a transformação do cotidiano e a construção da cidadania”. (PRADO, 2005 p.1)
Realizamos o levantamento situacional das escolas por meio das ações, conforme descrito:
Agendamos o espaço para encontro, convidamos para a reunião o diretor, o coordenador pedagógico, e o professor facilitador do laboratório de informática.
Na reunião realizamos uma mine - palestra com uma abordagem sobre o uso da tecnologia na escola e sua importância como recurso didático. Apresentamos também vídeos com experiências pedagógicas positivas usando mídias, com o intuito de sensibilizar e mostrar que a tecnologia já é utilizada com sucesso em muitas escolas. Após isso, entregamos um questionário aos representantes das duas escolas com questões necessárias para o levantamento situacional. Para mapeamento didático, visitamos as duas escolas, objetivando conversar com os professores, e aplicar um questionário, com o intuito de perceber o interesse dos mesmos pelo uso das tecnologias, considerando que a proximidade é mais eficiente para obtenção de informações e para criação do vínculo de confiança e do sentimento de pertencimento. Essa conversa despertou nos professores o sentimento de envolvimento e de participação, dando-lhes mais segurança, pois perceberam que não estão sozinhos nessa jornada.
Esse dois momentos evidenciaram o perfil das duas escolas, em relação ao uso das tecnologias:
Levantamento situacional das tecnologias da escola capim verde
A escola Capim Verde atende o Ensino Médio no Período: Matutino, vespertino e noturno e possuem 22 professores, e um professor coordenador do laboratorio em cada turno, destes 18 professores já utilizam as tecnologias existentes na escola.( Computadores, Internet, Câmara digital, TV, DVD, Vídeo, Rádio, Microsistem, Data Show, Slide, Retro Projetor). Destas as mais utilizadas são: Computadores, Internet, DVD, Vídeo, TV. Os softwares existentes na escola são: Windows, Linux. O uso do laboratório é organizado por agendamento cada professor solicita o laboratório dentro do seu horário de aulas, 01 vez a cada semana para os alunos pesquisarem os assuntos direcionados pelo professor para aprofundamento de conteúdos curriculares e construção de projeto do interesse do aluno.
Todos os professores participaram da formação, porém alguns não se sentem preparados para integrar as tecnologias na prática pedagógica. Os professores que usam a tecnologia fazem uso dos seguintes recursos como fonte de informação: TV Escola, NTE, revista nova escola, jornal mundo jovem. E participam da formação continuada: Cursos à Distância e presencial pelo (NTE e eproinfo), e cursos oferecidos pela Secretaria Estadual de Educação. Eles consideram relevante o uso da tecnologia como forma de inclusão social, reconhecem que o NTE tem dado todo apoio, porém usam esporadicamente por falta de tempo para planejamento e porque a quantidade de máquinas é insuficiente. reconhecem existir uma boa aceitação do uso das TICs pelos alunos. E enfatizam que nem sempre recebem apoio por parte da gestão escolar para participar da formação.
Levantamento das tecnologias da escola vale do ipiroró
( localizado na zona rural)

A escola Ipiroró atende o Ensino Fundamental menor no Período: Matutino e vespertino. Possuem 10 professores, destes 08 professores já utilizam as tecnologias existentes na escola como: Computadores, TV, Vídeo, Rádio e Retro Projetor. Todos acham importante o uso das tecnologias nas escolas e buscam aprofundar seus conhecimentos no uso das TICs na sua prática pedagógica. Eles participaram das formações básicas sobre o sistema Operacional Linux e Windows.
A escola não dispõe de um coordenador para o laboratório. O agendamento para uso do laboratório e feito na secretaria. Como forma de organização do espaço, cada professor solicita o laboratório dentro do seu horário de aulas, mas só é utilizado 5 dos 10 computadores que existem porque os outros estão com problemas técnicos.
O gestor é aberto a esta nova forma de ensinar, porém os professores não têm como se manter na cidade, onde ocorrem os cursos de formação continuada. E isso tem dificultado o uso das ferramentas no seu fazer cotidiano. O NTE tem dado a assistência necessária dentro de suas possibilidades, mas por não ser ordenador de despesas, nem sempre atende a todas as necessidades dos educadores.
Com relação aos alunos a aceitabilidade é boa, porém o maior entrave é o número limitado de máquinas disponíveis.

Estratégias de Ação

A utilização da tecnologia da informação nas escolas deve ser pensada e planejada de acordo com o contexto no qual está inserida, e as necessidades da comunidade escolar, respeitando sempre a verdadeira função da escola - incluir o cidadão-aluno na sociedade moderna, promovendo sua ascensão social. Para tanto a escola deve oportunizar ao aluno o acesso às diversas linguagens e ao conhecimento produzido pela sociedade. Segundo o Sociointeracionismo de Vigotsky, o processo de ensino aprendizagem deve priorizar a formação do aluno como agente social. Vigotsky aborda também o que ele chama de mediadores culturais, que são os instrumentos criados pela espécie humana e que permeiam significantemente nossa relação com as coisas. Entre estes mediadores está o que chamamos de tecnologia.
Considerando a teoria citada, a realidade das escolas e as orientações apresentadas por José Manuel Moran, no texto gestão inovadora da escola com tecnologias, no qual ressalta que o uso das tecnologias deve percorrer quatro passos: “acesso, gestão tecnológica e domínio técnico, domínio pedagógico e gerencial, soluções inovadoras”, ou seja, a integração por meio da tecnologia. Propomos as seguintes estratégias de ação:
Ações gerais da gestão:
Estimular e capacitar professores e funcionários para a utilização do computador como ferramenta auxiliar de ensino que colabore na eficácia do processo ensino aprendizagem.
Garantir parceria de professores facilitadores e professores regentes no que tange elaboração e desenvolvimento de projetos que visem a construção dos diversos saberes.

Incentivar e apoiar iniciativas de experiências com as tecnologias de informação e comunicação.
Promover a formação continuada dos professores facilitadores semanalmente visando socializar os trabalhos desenvolvidos e fomentar o uso das mídias como recurso pedagógico eficientes na construção do saber.
Implementar a utilização dos laboratórios de informática educativa, visando ampliar o número de máquinas e otimizar a potencialidade pedagógica das Tecnologias da Informação e da Comunicação - TIC;
Desenvolver de forma articulada as ações dos Programas PROINFO, TV Escola, Rived, domínio público, portal do professor.
Orientar as escolas na elaboração do plano de trabalho, tendo como base o projeto de utilização das tics e os indicadores de aprendizagem;
Enviar periodicamente relatório ao CETAI, com informações que possibilite o diagnóstico, acompanhamento e avaliação das ações desenvolvidas.
Elaborar juntamente com a comunidade escolar as normas de utilização, convivência e conservação do laboratório e dos multimeios, ficando na responsabilidade das escolas comunicarem ao NTE eventuais problemas.
Divulgar e participar de eventos e cursos na área das TIC, incentivando a integração da comunidade.

Estratégias de ações da Escola Ipiroró

Fazer parceria com as empresas para doações de 5 computadores novos e solicitar o conserto dos computadores existentes com problemas técnicos.
Pleitear junto a SEMED a lotação de um professor coordenador para o laboratório de informática e instalação do ponto de acesso à internet.
Fazer uma oficina de 40 h para capacitar os professores no uso do kit multimídia dos CDs e vídeos TV escola.
Oferecer uma oficina de criação de blog para os alunos do 5º ano do ensino fundamental.
Participar e acompanhar os professores na elaboração dos projetos de aprendizagem visando à inserção das mídias.
Ofertar uma oficina para os alunos para aquisição das noções básicas do Software Linux.
Estratégias de ação da escola Capim Verde:
Desenvolver projetos educacionais relacionados ao contexto e conteúdos trabalhados em sala de aula tendo como suporte as tendo como suporte as mídias existentes na escola.
Oferecer subsídios aos professores e alunos no uso dos multimeios.
Ofertar e estimular a capacitação dos professores e funcionários para a utilização do computador como ferramenta de trabalho.
Desenvolver projetos independentes utilizando a informática como recursos pedagógico (criação de blogs, visitas on-line a espaços culturais e informativos, elaboração e divulgação de materiais diversos)
Desenvolver oficinas voltadas à comunidade ao pacote do Linux educacional e outros software educativos.
Utilizar e avaliar o uso dos diferentes recursos informáticos disponíveis.

Garantir parceria de professores facilitadores e professores regentes no que tange elaboração e desenvolvimento de projetos que visem a construção dos diversos saberes.
Incentivar e apoiar iniciativas de experiências com as tecnologias de informação e comunicação.
Elaborar blogquest com as leituras recomendadas para vestibular










Referências bibliográficas
Salgado, Maria Umbelino, Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC, ministério da Educação, Brasília, 2008.
Moran, José Manuel, gestão inovadora da escola com tecnologias, disponível no módulo-conteúdo do módulo e-proinfo- unidade 02.
Prado, Elizabette, B. Brito, Integração de Mídias e Reconstrução da Prática Pedagógica, disponível no módulo-conteúdo do módulo e-proinfo- unidade 03.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Plano de aula

1- Componente Curricular:
Literatura
Interdisciplinaridade: Filosofia, sociologia, história e L. Portuguesa.

2. Público Alvo:

Alunos da 1ª série vespertina do Ensino Médio



Dados da Aula:

3. TEMA: Estilos de Época - O trovadorismo
4. Ementa: A literatura faz parte das grandes realizações da humanidade. Sendo essencial na escola por sua dimensão social como fator de arte e elemento distintivo de nossas letras. Literatura portuguesa. Estilo de época. O trovadorismo. Pensamento filosófico. . Contexto histórico. Produção literária. Cantigas de amor, amigo, satíricas. Prosa - novelas de cavalaria.
5 - O que o aluno poderá aprender com esta aula: Objetivos
• Ampliar o conhecimento sobre os estilos de época, a idade média e o feudalismo.
• Adquirir subsídios teóricos sobre as produções trovadorescas.
• Conhecer elementos estruturais e as características das cantigas do trovadorismo.
• Desenvolver a competência leitora e escrita, a partir da análise de textos, imagens, vídeos e outros que retratem a produção literária do trovadorismo.
• Desenvolver a capacidade de pesquisar, comparar, selecionar informações, produzir conhecimentos e trabalhar de forma colaborativa.
6. Teoria subjacente:
O desenvolvimento do trabalho que se almeja realizar tem como pressupostos teóricos a Epistemologia Genética de Jean Piaget, o Sociointeracionismo de Vygotsky e o consntrucionismo de Papert.
7. Estratégias da Aula:

Apresentação em slide do mapa conceitual-explicação
Leitura da cantiga da Ribeirinha - primeira produção em Portugal
A análise comentário de imagens e textos que retrate a o trovadorismo.
Exibição e análise do vídeo vestibulando digital Sobre o trovadorismo.
Leitura e explicação em classe do livro-texto, capítulo sobre o trovadorismo.
. Pesquisa em sites da principais obras da época.
Leitura e análise dos elementos estruturais das cantigas e das novelas de cavalaria.
Assistir ao filme Rei Arthur, para compreensão das novelas de cavalaria.
Produção pelos alunos de poemas tendo como base as cantigas trovadorescas.
Escuta da música esse Cara de Caetano Veloso - comparativo entre as cantigas lidas.
Socialização das produções dos alunos em sala e posterior postagem no blog as escola;

8. Resultados Esperados:

Espera-se que os alunos:
Compreenda que a produção literária está interligada aos momentos históricos e socias
Conheça a produção literária do trovadorismo.
Seja capaz de identificar as principais características das cantigas trovadorescas.
Seja capaz de associar esse período literário a produções de nossa época.


9. Conteúdo
Estilo de época- Tovadorismo


10. Recursos:
Livro - base
Vídeo: “vestibulando digital o trovadorismo” e Filme “O Rei Arthur.”
TV e DVD;
Lista de sites para os alunos;
Computador e Data-show.

11. Avaliação:
Para avaliar esse trabalho adotaremos a concepção diagnóstica, na qual a situação do aluno serve como termômetro para redimensionar o trabalho didático. Dessa forma serão avaliadas todas as etapas do trabalho e considerados toda produção do conhecimento. Para Tanto serão usados os instrumentos: Debate sobre o filme, participação dos alunos, produção escrita sobre o trovadorismo, análise de cantigas e postagem do material e comentário no blog da escola.

12. Referencias Bibliográficas:
Maria Elizabete B. B. Prado: Articulando saberes e transformando a prática. Disponível no conteúdo do módulo.
Planejamento e Produção de Aula, disponível em módulo - conteúdo do módulo e-proinfo.
Textos da entrevista de José Manoel Moram “As Múltiplas formas do aprender” – p. 170 a 173 – Guia do cursista.
Texto Pedagogias de projetos: fundamentos e implicações de Maria Elisabeth B. B. Prado – p. 187 a 192 – Guia do cursista.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/espacoDaAula.html

domingo, 2 de maio de 2010

O Professor e a Prática Pedagógica com Integração das Mídias.

A era tecnológiaca requer do professor uma nova postura diante do ato de aprender e ensinar, é preciso des-construir alguns saberes e contruir novas práticas. Isso impõe ao educador a contrução de novas competências.
O educador precisa ter a competência de ser um aprendiz, um pesquisador, essa á a principal competência esperada no século XXI- aprender a aprender. Assim é urgente a necessidade de se compreender as linguagens midiáticas, o que só poderá ocorrer com a formação continuada, através de redes colaborativas e virtuais nas quais haja trocas de informações e saberes entre os pares. Utilizar a curiosidade de aprender a aprender é fundamental para que a reflexão e a mudança sobre a prática ocorram. A interação e a integração da tecnologia com a prática pedagógica dependem disso. Como ressalta Prado “Tecnologias e conhecimentos se integram para produzir novos conhecimentos que permitam compreender as problemáticas atuais e desenvolver projetos, em busca de alternativas para a transformação do cotidiano e a construção da cidadania” (pg.4) `
É necessário aprender a aprender também no que tange o trabalho pedagógico, pois é preciso uma mudança na concepção pedagógica do educador, é preciso modoficar a visão tradicional de educação, e adotar a visão sociointeracionista de ensino aprendizagem, teoria que fundamenta o trabalho com projetos.
Segundo o construtivismo de Piaget, o processo ensino aprendizagem acontece quando há a construção do conhecimento pelo o próprio sujeito, devendo haver para tanto, o estímulo, objetivos e condições políticas e pedagógicas. Portanto, o conhecimento é construído por meio da interação sujeito-objeto. A teoria de Vygostsky estabelece a ligação entre o processo de desenvolvimento de aprendizagem e a relação com o ambiente sociocultural e com os objetos contruídos pela sociedade. Assim o sujeito não se desenvolve plenamente sem a interferência do outro. Essa visão pedagógica exige a modificação da forma de organização didática e metodológica, requerendo a pedagogia de projetos, uma vez que esta é mais flexível e oportuniza ao aluno ser sujeito ativo no seu processo de aprendizagem.
Outra competência a ser adquirida pelo professor é a competência da gestão dos recursos mediáticos como: cinema, vídeos, rádio, televisão, computador, celulares, internet, data show, é preciso aprender a integrá-los à sua prática pedagógica com uma intecnionalidade definida e como recursos de otimização e exploração dos conteúdos propostos. Como defende prado “Criar espaços para a identificação e o diálogo entre essas formas de linguagem e permitir que os alunos se expressem de diferentes maneiras são ações que favorecem o desenvolvimento da consciência crítica (...)” (pg o5).
Para isso, é importante que os alunos sejam sujeitos ativos no uso dessas tecnologias e o professor seja capaz de elaborar boas estratégias de aprendizagem que envolva o uso das tecnologias de informação e comunicação. Pois através da integração é possível que o educando passe a ser autor e não mero receptor do processo de ensino aprendizagem. E o educador passe a ser instigador da reflexão e mediador no processo de construção do conhecimento.



Bibliografia:

Prado, Maria elisabette brisola brito, Prática pedagógica e formação de ofessores com projetos: articulação entre conhecimentos, tecnologias e mídias. PUC, 2009.

sábado, 1 de maio de 2010

Cavador do Infinito

Com a lâmpada do Sonho desce aflito
E sobe aos mundos mais imponderáveis,
Vai abafando as queixas implacáveis,
Da alma o profundo e soluçado grito.

Ânsias, Desejos, tudo a fogo, escrito
Sente, em redor, nos astros inefáveis.
Cava nas fundas eras insondáveis
O cavador do trágico Infinito.

E quanto mais pelo Infinito cava
mais o Infinito se transforma em lava
E o cavador se perde nas distâncias...

Alto levanta a lâmpada do Sonho.
E como seu vulto pálido e tristonho
Cava os abismos das eternas ânsias!
Cruz e Souza.



Para sempre
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.

Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

Carlos Drumont

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Sugestões metodologica com uso de mídia

Encontro de Artes
Comparativo entre o auto da barca do inferno e o filme o auto da compadecida.
Mídia: Cinema, TV, Vídeo, Computador, obra escrita.

Objetivo:
• Perceber a intertextualidade entre a literatura e o cinema.
• Analisar as duas obras estabelecendo a relação com a atualidade.

Realizado em grupo.

A oposição bem x mal, tipicamente da visão maniqueísta cristã, que conseqüentemente divide o mundo em céu e inferno, é característica que consta nas duas peças. O julgamento é moral, portanto condenam-se os vícios e as vaidades e glorifica-se a modéstia e a humildade.

Saiba Mais.....
Nas duas obras há uma severa crítica aos maus costumes dos representantes da Igreja.
No Auto da Compadecida a visão religiosa é mais flexível, pois, com a ajuda da Advogada da Humanidade, nenhum dos personagens recebe a condenação de ir para o inferno, o bem prevalece sob o mal.
No Auto da Barca do Inferno, em que o Diabo é protagonista, todos são condenados a ir para o inferno.
Resultados:Envolvimento de todos os participantes.
Evidência da concretização dos objetivos (Na produção escrita e avaliações)

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Gestão do tempo

A gestão do tempo é fator determinante para a projeção pessoal e profissional, porém é um deles, não o único. A gestão eficaz do tempo vem sempre acompanhada do princípio da eficiencia, não basta programar o tempo é preciso aproveitá-lo, fazer realmente o que se programou. Por isso, só é possível a gestão do tempo quando se tem certeza daquilo que se quer fazer e quando se quer fazer – estabelecer metas, mesmo para as tarefas mais simples. Isso é válido para a vida profissional e pessoal. Na vida do profissional da educação isso é imprescidível, pois o tempo é o recurso fundamental da nossa vida, a matéria prima básica de nossa atividade.
Na minha vida profissional e pessoal eu sempre estabeleço uma programação para melhor aproveitar o meu tempo, defino prioridades e estabeleço metas com datas. Geralmente, me programo para os períodos que não tenho compromisso profissional e para os sábados. Com relação ao curso utilizo a sequinte estratégia: Salvo e analiso o material de estudo e o mapa de atividades. A partir disso, programo as datas de leitura e elaboração de cada uma, e vou realizando conforme os prazos estabelecidos.

Deixo essas dicas, espero que sejam úteis:

• Estabeleça prazo com metas, priorizando o que é mais urgente.
• Coloque importância nisso que está fazendo e pense nos resultados a curto, médio ou longo prazo. Isso lhe incentivará.
• Divida em tarefas menores. Tarefas muito grandes têm uma maior tendência a serem proteladas ou ficarem sem conclusão. Divida essa tarefa em tarefas curtas, específicas.
• Transforme a tarefa em um compromisso, com horário para começar e terminar. Escolha um horário que você seja produtivo e que realmente esteja disponível. Para não atropelar outras atividades e não ter fazer escolhas entre duas prioridades.
• Nunca deixe suas atividades para o último momento, trabalhe sempre com uma margem de tempo, caso algo der errado você terá tempo para se organizar.

O aprofessor e a tecnologia

A era tecnológiaca requer do professor uma nova postura diante do ato de aprender e ensinar, é preciso des-construir alguns saberes e contruir novas práticas. Isso impõe ao educador a contrução de novas competências.

O educador precisa ter a competência de ser um aprendiz, um pesquisador, essa á a principal competência esperada no século XXI- aprender a aprender. Assim é urgente a necessidade de se compreender as linguagens midiáticas, o que só poderá ocorrer com a formação continuada, através de redes colaborativas e virtuais nas quais haja trocas de informações e saberes entre os pares. Utilizar a curiosidade de aprender a aprender é fundamental para que a reflexão e a mudança sobre a prática ocorram. A interação e a integração da tecnologia com a prática pedagógica dependem disso. Como ressalta Prado “Tecnologias e conhecimentos se integram para produzir novos conhecimentos que permitam compreender as problemáticas atuais e desenvolver projetos, em busca de alternativas para a transformação do cotidiano e a construção da cidadania” (pg.4) `

É necessário aprender a aprender também no que tange o trabalho pedagógico, pois é preciso uma mudança na concepção pedagógica do educador, é preciso modoficar a visão tradicional de educação, e adotar a visão sociointeracionista de ensino aprendizagem, teoria que fundamenta o trabalho com projetos.

Segundo o construtivismo de Piaget, o processo ensino aprendizagem acontece quando há a construção do conhecimento pelo o próprio sujeito, devendo haver para tanto, o estímulo, objetivos e condições políticas e pedagógicas. Portanto, o conhecimento é construído por meio da interação sujeito-objeto. A teoria de Vygostsky estabelece a ligação entre o processo de desenvolvimento de aprendizagem e a relação com o ambiente sociocultural e com os objetos contruídos pela sociedade. Assim o sujeito não se desenvolve plenamente sem a interferência do outro. Essa visão pedagógica exige a modificação da forma de organização didática e metodológica, requerendo a pedagogia de projetos, uma vez que esta é mais flexível e oportuniza ao aluno ser sujeito ativo no seu processo de aprendizagem.

Outra competência a ser adquirida pelo professor é a competência da gestão dos recursos mediáticos como: cinema, vídeos, rádio, televisão, computador, celulares, internet, data show, é preciso aprender a integrá-los à sua prática pedagógica com uma intecnionalidade definida e como recursos de otimização e exploração dos conteúdos propostos. Como defende prado “Criar espaços para a identificação e o diálogo entre essas formas de linguagem e permitir que os alunos se expressem de diferentes maneiras são ações que favorecem o desenvolvimento da consciência crítica (...)” (pg o5).

Para isso, é importante que os alunos sejam sujeitos ativos no uso dessas tecnologias e o professor seja capaz de elaborar boas estratégias de aprendizagem que envolva o uso das tecnologias de informação e comunicação. Pois através da integração é possível que o educando passe a ser autor e não mero receptor do processo de ensino aprendizagem. E o educador passe a ser instigador da reflexão e mediador no processo de construção do conhecimento.

Bibliografia:

Prado, Maria elisabette brisola brito, Prática pedagógica e formação de ofessores com projetos: articulação entre conhecimentos, tecnologias e mídias. PUC, 2009.